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Rogério Fernandes Ferreira: “Novos escalões do IRS? Temos que ver se o Estado está disposto a ter menos receita fiscal”

14-09-2021, in Jornal Económico

Irá esta medida aliviar a carga fiscal sobre a classe média? Seria mais vantajoso que existissem menos escalões do IRS com taxas mais reduzidas? Rogério Fernandes Ferreira, managing partner da RFF Advogados e antigo secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, explica ao JE o que está em causa.

O Governo anunciou recentemente que quer mexer nos escalões do IRS no Orçamento do Estado para 2022, tendo sinalizado que a intenção passa por mexer no 3º escalão e no 6º escalão para criar dois novos escalões deste imposto.

Em causa está uma taxa adicional de IRS de 2,5% aplicável ao rendimento coletável superior a 80 mil euros (7º escalão) e 5% na parte que supere os 250 mil euros anuais. Ou seja, neste escalão é aplicada uma taxa de 48% mais os 2,5% e os 5% quem ganhe 250 mil por ano paga taxa de IRS de 55,5%.

Irá esta medida aliviar a carga fiscal sobre a classe média? Seria mais vantajoso que existissem menos escalões do IRS com taxas mais reduzidas? O advogado Rogério Fernandes Ferreira, managing partner da RFF Advogados e antigo secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, explica em entrevista ao Jornal Económico o que está em causa.

Leia a entrevista completa aqui.